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São mais 42 mil empresas que oferecem mão de obra especializada em 27 categorias profissionais no País
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Em outubro, a Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) vai lançar a campanha “Somos Essenciais” para mostrar a importância das mais de 42 mil empresas que oferecem mão de obra especializada em 27 categorias profissionais no País, entre as quais a de secretária, cuja data comemorativa é nesta quarta-feira (30/09)

No Brasil, são mais de 63 mil secretárias e recepcionistas atuando por meio de empresas de serviços terceirizados. O objetivo da campanha é chamar a atenção das autoridades e da sociedade civil para a importância do trabalho realizado por essas empresas, consideradas essenciais e hoje representadas pela Federação.

Para o presidente da Febrac, Renato Fortuna Campos, a entidade é uma das maiores geradoras de impostos e de empregos do Brasil. “No momento em que estamos na iminência de muitas mudanças no setor produtivo e na sociedade brasileira como um todo, a serem desencadeadas pelas reformas tributária e administrativa, entendemos que o momento é oportuno para evidenciar a relevância de nossas atividades empresariais”, disse Campos.

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O curso para educadores será realizado virtualmente de 5 a 9 de outubro.
Crédito
Sesc-PE

O Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-PE entende que a cultura transmitida oralmente é essencial para a preservação da história de um povo e suas tradições. Por isso, o Sesc Triunfo PE está com inscrições abertas para o minicurso “Tradição Oral – Memória Viva de um Povo”, que será realizado virtualmente de 5 a 9 de outubro, das 14h às 16h, para educadores e educadoras.

Com mediação do educador e artista multilinguagem Anderson Barreto, o minicurso vai abordar “A Oralidade na história dos povos africanos e dos povos indígenas brasileiros”; “Oralidades contemporâneas”; “Estratégias de valorização da memória local”; “Literatura em movimento: Da fala ao texto e do texto à fala”; “O professor contador de histórias”; “O protagonismo da criança e a construção de memórias afetivas”.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas por meio deste link (clique aqui)

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A pousada ficou em 6º lugar entre os 25 melhores Hotéis Econômicos do Brasil e conquistou o Travelers’ Choice 2020 - Best of the Best.
Crédito
Sesc-SC

Os meios de hospedagem do Sesc Santa Catarina foram premiados novamente pelo TripAdvisor, maior site de viagens do mundo. Os reconhecimentos deste ano são concedidos pelo portal, com base nas avaliações dos hóspedes em 2019, antes de quaisquer mudanças causadas pela pandemia.

A Pousada Rural Sesc Lages ficou em 6º lugar entre os 25 melhores Hotéis Econômicos do Brasil e conquistou o Travelers’ Choice 2020 - Best of the Best. Este é o maior prêmio dado aos estabelecimentos que estão entre os melhores dos melhores no TripAdvisor, com avaliações excelentes. Os contemplados estão entre 1% das melhores empresas em cada categoria. Clique para acessar a página da pousada no TripAdvisor.

O Hotel Sesc Cacupé, em Florianópolis, e o Hotel Sesc Blumenau também foram reconhecidos com o Travelers’ Choice 2020. Eles receberam ótimas avaliações e estão entre 10% dos melhores estabelecimentos na plataforma de viagens. Acesse no TripAdvisor as páginas dos hotéis Sesc em Florianópolis e Blumenau.

O TripAdvisor analisa feedbacks e avaliações de seus milhões de usuários para escolher os ganhadores. As principais características dos vencedores na escolha dos viajantes são: ​serviço, qualidade e valor. No portal, 94% dos comentários com avaliações e indicações do público sobre os meios de hospedagem Sesc-SC são positivos.

“Os vencedores do 2020 Travelers’ Choice Awards devem se orgulhar deste distinto reconhecimento”, disse a Diretora Comercial da TripAdvisor, Kanika Soni. “Embora tenha sido um ano desafiador para viagens e hospitalidade, queremos comemorar as conquistas de nossos parceiros. Os vencedores dos prêmios são apreciados por seu serviço e qualidade excepcionais. Esses vencedores não são apenas merecedores, mas também uma grande fonte de inspiração para viajantes à medida que o mundo começa a se aventurar novamente".

Clique para fazer um "tour" na Pousada Rural Sesc Lages.

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Comissão de Negociação Coletiva do Comércio é um instrumento disponibilizado pela CNC para ser usado por suas federações e sindicatos
Comissão de Negociação Coletiva do Comércio é um instrumento disponibilizado pela CNC para ser usado por suas federações e sindicatos
Crédito
Edson Chaves Filho/Carolina Braga

23/09/2020

A preparação dos empresários para as negociações coletivas e o trâmite de projetos de interesse no Congresso Nacional foram temas em destaque na reunião da Câmara Brasileira de Serviços (CBS) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Realizado de forma on-line em 9 de setembro, o encontro debateu ainda a questão da reforma tributária e a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O vice-presidente da entidade e coordenador das Câmaras Brasileiras do Comércio, Luiz Carlos Bohn, disse na abertura da reunião que a evolução da legislação trabalhista permitiu, entre outros avanços, a prevalência do negociado sobre o legislado, sem prejuízo dos direitos sociais mínimos. “Com isso, pode-se ampliar para melhorar e adequar a lei para cada tipo de atividade.”

A Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC) da CNC é um instrumento disponibilizado pela entidade para ser usado por suas federações e sindicatos, explicou Bohn. “É fundamental que o empresário perceba a relevância dessa ferramenta como suporte à melhoria da negociação coletiva. E as câmaras de comércio têm importância nesse processo, pois, ao agregarem setores econômicos, captam suas necessidades específicas.”

A chefe da Divisão Sindical (DS) da Confederação, Patrícia Duque, explicou que a CNCC está sendo reativada com outro foco e propósito, dando ênfase à flexibilização das relações de trabalho. Ela entende que é preciso usar os benefícios que vieram com a reforma trabalhista, dos quais o principal é a preponderância do negociado sobre o legislado.

A Comissão da CNC é composta por representantes das federações, das câmaras de comércio e por empresários do comércio de bens, serviços e turismo. “Queremos conhecer as demandas setoriais para poder treinar nossos dirigentes sindicais e focar nas suas reais necessidades”, detalhou Patrícia.

A chefe da DS informou que a Comissão funcionará na forma de grupos de trabalho, respeitando as reivindicações de cada segmento. “Daí a importância da contribuição dos empresários das câmaras de comércio, que podem levar os subsídios para municiar o trabalho da Comissão na elaboração de cláusulas de negociação e na construção de treinamento de qualificação dos dirigentes.”

O coordenador da CBS e diretor da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edgar Segato Neto, considerou fundamental formar o empresário para ser um negociador e melhorar o resultado final das convenções coletivas.

Ele disse que a classe laboral vem, há algum tempo, dando um bom exemplo nesse sentido: “Eles são experts em negociação coletiva, e o que está faltando do lado patronal é exatamente o que começa a ser construído agora com a nova visão de trabalho da CNCC, por inspiração do presidente José Roberto Tadros”, disse Segato Neto, referindo-se ao presidente da CNC.

Vídeo institucional

Como tem acontecido em reuniões de câmaras de comércio, foi mostrado um vídeo institucional com falas do presidente da CNC, José Roberto Tadros, e do coordenador das Câmaras Brasileiras de Comércio da entidade, Luiz Carlos Bohn, sobre organização sindical e a estrutura disponibilizada para mitigar os conflitos entre capital e trabalho. Segundo Tadros, depois do advento da Covid-19, os empresários têm procurado a Confederação em busca de orientação sobre as negociações coletivas e chamado a instituição para participar.

“É importante lembrar que, nas bases onde houver representação sindical de patrões e empregados, a negociação se dá via sindical. Na ausência de sindicatos, essa tarefa é exercida pelas federações de comércio”, disse o presidente da CNC, enfatizando que os sindicatos têm que ser fortes e intimamente ligados às federações, e estas, à Confederação.

Tadros conclamou os empresários a acompanhar o Banco de Dados da Contribuição Sindical (BDCS) e o Sistema de Negociação Coletiva do Comércio (SNCC) como fontes fundamentais de informação. Além disso, destacou que as Câmaras Brasileiras de Comércio são o principal espaço para que as lideranças do setor ouçam os empresários para conhecer a realidade e necessidades de cada segmento, dirimindo suas dúvidas.

Em sua participação, o 2º vice-presidente da CNC, Luiz Carlos Bohn, reforçou que a entidade quer ampliar a eficiência e o alcance das negociações por meio das reuniões das câmaras de comércio, pois é uma oportunidade de envolver os diversos setores e as empresas de cada base.

A pandemia afetou muito as relações jurídicas, notadamente a representação sindical, destacou Bohn. Por isso, novas ações precisam ser discutidas e implementadas “para que as entidades sindicais não só atendam às necessidades de seus representados, como estreitem ainda mais as relações dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.”

A negociação coletiva passou a ser importante ferramenta, ponderou o dirigente, “pois só com a negociação é que poderemos flexibilizar a legislação trabalhista. Isso significa maior atuação e comprometimento da entidade com seu principal consumidor, a empresa.”

Para auxiliar nesse trabalho, está sendo reforçada a divulgação de ferramentas disponibilizadas pela CNC, como o Sistema de Excelência e Gestão Sindical (Segs), o Banco de Dados da Contribuição Sindical, o Sistema de Negociação Coletiva do Comércio, a Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) e a Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo (Renar) do Comércio.

“É importante reforçar nosso compromisso e exercer a prerrogativa constitucional da negociação coletiva, para atuarmos de forma diferenciada e contribuirmos para a retomada da economia, bem como o constante crescimento do setor do comércio de bens, serviços e turismo”, reforçou Bohn.

Legislativo

Assessor da Divisão de Relações Institucionais (DRI), Reiner Leite fez um relato sobre o Projeto de Lei (PL) nº 1.885/2020, em tramitação no Senado e que proíbe a suspensão ou rescisão unilateral dos contratos de planos privados de assistência à saúde em virtude de inadimplência durante a pandemia da covid-19. Filiada à CNC, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor) manifestou-se favoravelmente à proposição, defendendo a manutenção e o atendimento dos beneficiários. A proposta está pronta para apreciação em Plenário.

A Federação também apoia o PL nº 2.113/2020, que também se encontra no Senado. O projeto proíbe que seguros de assistência médica ou hospital e seguros de vida ou invalidez permanente contenham restrições à cobertura em razão de eventos decorrentes da emergência de saúde pública relacionada à covid-19. A matéria está pronta para votação.

A advogada Luciana Diniz Rodrigues, da Divisão Sindical, relatou a situação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Lei nº 13.352, que criou o Salão Parceiro. A CNC enviou carta a todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ingressou no processo como amicus curiae (fornece subsídios ao órgão jurisdicional para o julgamento da causa).

A Lei vigora há quatro anos. Ela permite o contrato de parceria entre salões de beleza e profissionais do setor que exercem atividades como cabeleireiro, barbeiro, esteticista, manicure, pedicure etc.

“Defendemos a legalidade da lei, pois está em consonância com os princípios constitucionais. Ela trouxe uma orientação para o setor para uma prática há muito existente, que não prejudica a relação nem os direitos das partes.”, disse Luciana. O julgamento foi suspenso em junho em virtude do pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes.

Reforma tributária

Advogado da Divisão Jurídica, Marcus Lima fez uma avaliação da posição da CNC em relação à proposta de reforma tributária do governo encaminhada ao Congresso por meio do Projeto de Lei (PL) nº 3.887/2020. Ele observou que a Confederação não vê como positivo o momento para a apresentação do projeto, bem como seu conteúdo, “complexo e burocrático”.

“A CNC considera que o governo deveria estar focado na garantia da sobrevivência empresarial, em função da situação atípica vivida em todo o mundo. Assim, antes da questão tributária, deveria ser discutida uma reforma administrativa, enxugando a máquina estatal”, disse Lima.

O projeto do Ministério da Economia prevê a criação da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), imposto do tipo valor agregado (IVA) que substituirá o Programa de Integração Social e o de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição ao Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com alíquota de 12% e regime não cumulativo.

Para o advogado, o segmento de Serviços será muito afetado. Por ser um setor no qual os contribuintes são de cadeias mais curtas, a empresa está muito próxima do consumidor final e terá pouco crédito a compensar. Restarão, então, duas alternativas: suportar o novo custo tributário ou repassá-lo para o consumidor.

“Ambas são opções ruins neste momento. O projeto chega com o conceito de simplificar e diminuir a carga tributária, mas, ao contrário, a onera ainda mais”, afirmou Lima.

O assessor Reiner Leite informou que, na avaliação técnica das três propostas de reforma tributária, a Divisão de Relações Institucionais (DRI) da CNC concluiu que “haverá uma penalização exorbitante para a classe média”, e todas trarão um aumento de pelo menos 30% nos preços dos serviços.

No que diz respeito à suposta neutralidade tributária defendida pelo parlamento, acerca das propostas, Leite entende que há controvérsias. Para ele, as alterações na tributação não podem trazer distorções no sistema de preços, o que implicaria menor eficiência nas decisões econômicas e redução do nível de bem-estar das pessoas.

Portanto, avalia o assessor, a partir do momento em que um segmento da economia seja beneficiado em detrimento de outro, não há que se falar em neutralidade tributária. “Neste particular, a PEC nº 45 traz uma elevação da carga fiscal para o setor de serviços, de modo que a classe média será bastante penalizada com esse aumento. Além do mais, o legislador tem que ter cuidado para que não haja o efeito inverso: informalidade e desemprego.”

Em relação especificamente à proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, a ideia de substituir o PIS/Pasep e a Cofins pela CBS deixou claro, segundo Leite, que a Receita Federal não calculou o impacto do novo imposto sobre os diferentes setores. “O governo não se preocupou em levar em conta as especificidades regionais. Assim, com essa alíquota de 12%, a tributação final sobre o consumo será a maior do mundo”, previu o assessor da CNC. “Esse percentual vai se juntar aos tributos estaduais e municipais, e a CBS chegará a mais de 35% para o setor de Serviços, algo inconcebível.”

Leite lembrou que, pelo menos, o Poder Executivo encaminhou mensagem ao Congresso cancelando o pedido de urgência de tramitação do PL nº 3.387. Com isso, vai aguardar a constituição de uma Comissão Temporária para que volte ao processo natural de tramitação.

Edgar Segato argumentou que, se o projeto for aprovado, os empresários do setor de Serviços vão sofrer pesadamente, particularmente as empresas intensivas no uso de mão de obra, como as de vigilância e limpeza, cujos custos com a folha de salários chegam a 80% das despesas.

Em uma análise econômica dos projetos, a economista Catarina Carneiro da Silva, da CNC, confirmou que, da forma como propostos, eles afetarão gravemente o setor de Serviços. Uma opção para amenizar o seu impacto, em sua opinião, seria reavaliar o imposto sobre a folha de pagamentos.

Ela reforçou o conceito de todos os especialistas e técnicos da Confederação: de que o mais importante agora seria focar na reforma administrativa. “O Estado é muito pesado, e com esta reforma, buscando mais eficiência, os custos certamente diminuiriam”, disse Catarina.

Ela citou estudo realizado pela Fecomércio São Paulo, segundo o qual, somente com melhor produtividade do Estado, a tributação, que hoje é de 35%, cairia para 25%. “Ao mesmo tempo, nos daria mais tempo para avaliar as prioridades de cada setor e estabelecer uma tributação mais justa para todos e não beneficiar apenas alguns.”

Serviços na pandemia

A economista fez a seguir uma apresentação sobre o comportamento do setor de Serviços durante a pandemia. Conforme seu relato, o volume de serviços já havia registrado queda, mesmo que pequena, em fevereiro. Em março, quando a covid-19 realmente se espalhou, a queda foi forte e se agravou em abril. Em maio, apesar de ainda estar negativo, já houve uma melhora, e em junho começou a recuperação do segmento.

O percentual de 5% registrado naquele mês, contudo, não compensou a grande queda dos meses anteriores, de 19,4%. “Vai demorar um pouco para voltar ao nível de atividade do período pré-pandemia”, previu Catarina.

Ela falou ainda sobre medidas tomadas pelo governo para amenizar a situação. Entre elas, a redução, pelo Banco Central, da taxa Selic (que representa os juros básicos da economia brasileira) a 2%, o menor nível da série histórica, iniciada em 1999. “Isso ajudou a diminuir os custos da dívida, tanto do governo quanto dos estabelecimentos e da população”, explicou.

Catarina esclareceu, contudo, que a Selic não é exatamente a taxa observada para as pessoas físicas e jurídicas. Existem os spreads bancários, cujas taxas, invariavelmente mais elevadas, são fixadas pelo mercado. “Mesmo não estando no mesmo nível da Selic, as taxas de juros do mercado financeiro estão em queda, influenciadas pela taxa oficial do BC.”

Outra medida tomada foi aumentar a liquidez das empresas, com a concessão de crédito via Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que já liberou mais de R$ 18,7 bilhões. Agora, o programa entrou em sua segunda fase, com o aporte de R$ 12 bilhões no Fundo de Garantia de Operações (FGO).

Nesta nova etapa, a União fixou a taxa de juros anual máxima igual à da Selic (2%) mais 1,25% sobre o valor concedido, com o prazo para pagamento de 36 meses e carência de até oito meses.

Ainda na área creditícia, a economista destacou as alterações feitas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) – criado para financiar a folha de pagamento –, visando aumentar o seu alcance.

A instituição estendeu a vigência do programa até 31 de outubro de 2020 e ampliou o limite de faturamento anual das empresas beneficiadas de R$ 10 milhões para R$ 50 milhões, beneficiando um número maior de empresas. O empréstimo tem taxa prefixada de 3,75% ao ano e prazo total de 36 meses, incluindo carência de seis meses.

A economista chamou a atenção para o Pix, uma nova modalidade de pagamento criada pelo Banco Central, que entra em vigor em 16 de novembro. Trata-se de um meio de pagamento digital e sem limite de horário ou dia da semana, podendo ser usado por pessoas físicas ou jurídicas nas transferências e pagamentos de bens, serviços e salários.

Um dado importante é a agilidade, além de evitar intermediários nas operações. Isso implica redução de custos. “É uma grande oportunidade para os empresários aderirem e usarem da melhor forma possível para atrair clientes.”

Estatuto da Segurança Privada

Na reunião, Reiner Leite ainda falou sobre o projeto que cria o Estatuto da Segurança Privada, o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 135/2010. Ele disse que a CNC apoia a posição da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), pois criará uma regra oportuna às empresas de segurança privada e trará segurança jurídica às sociedades civil e empresarial.

Há apenas uma ressalva, que é a supressão do art. 29, § 5º, que constava do texto aprovado na Câmara dos Deputados. Nele, o cumprimento da cota era vinculado ao quadro administrativo da empresa, e não de todos os funcionários da organização.

Na tramitação legislativa, foi concedida vista coletiva à matéria em reunião da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC). O assessor da DRI ressaltou que o presidente da comissão, senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), tentou algumas vezes pautar o projeto, “porém o relator, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), não demonstrou vontade política para apreciar o texto.”

Leite falou ainda sobre o PL nº 4.131/2020, do deputado Delegado Waldir (PSL-GO), que dispõe sobre o pagamento do adicional de insalubridade no percentual de 40% aos profissionais que desempenham serviço da limpeza hospitalar e garis coletores de lixos hospitalar e domiciliar.

Conforme o assessor da DRI, considera-se atividades ou operações insalubres aquelas que exponham os empregados a agentes nocivos à saúde acima dos limites de tolerância. Na sua avaliação, no enquadramento não se delimita a insalubridade, salvo constatado por meio da realização perícia que comprove, efetivamente, a existência de tal insalubridade.

Proteção de Dados

O advogado Marcus Lima, da DJ, atualizou os participantes sobre a situação da Medida Provisória (MP) nº 959/2020, que, entre outras providências, no art. 4º do seu texto original propôs adiar para maio de 2021 o início da vigência dos principais pontos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ele lembrou, contudo, que o dispositivo não havia sido bem aceito pelo Congresso.

Na tramitação, o Senado suprimiu o art. 4º e encaminhou à sanção do presidente da República o Projeto de Lei de Conversão (quando qualquer alteração é feita no texto) da Medida Provisória.

Em 17/09/2020, a Medida Provisória nº 959/2020 foi convertida na Lei n.º 14.058. Com isso, a LGPD passou a vigorar a partir de 18 de setembro. Contudo, a Lei nº 14.010, de 10 de junho de 2020, em seu art. 20, já havia adiado para 1º de agosto de 2021 o início da vigência apenas das sanções administrativas da Lei. “Isso significa que, em um primeiro momento, o Poder Público pode exigir o cumprimento da lei, mas não pode penalizar administrativamente as empresas por descumprimento.”

No encerramento da reunião, o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Sérgio Approbato Machado Júnior, fez breve alerta sobre a LGPD. Ele disse que a lei implicará impacto em todas as empresas, “que vão precisar se adaptar”.

Nesse sentido, Machado Júnior afirmou que haverá necessidade de os empresários de todos os portes se apoiarem em empresas especializadas para conhecer a fundo os detalhes da lei.

“É uma legislação complexa, com reflexos em contratos, atividades empresariais e fluxos de processos, mas que trará mais segurança ao mercado”, observou o presidente da Fenacon. Segundo ele, a LGDP determina que os dados coletados só podem ser usados para finalidades específicas, e os fornecedores deverão ser informados.

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Com o programa “Amazone-se”, o governo e as entidades empresariais do turismo visam estimular a retomada da atividade turística no estado.
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Fecomércio-AM

No dia 18 de setembro, o governador Wilson Lima lançou o programa “Amazone-se”, que visa estimular a retomada da atividade turística no estado. Na ocasião, foi anunciada a abertura da Temporada de Pesca Esportiva da Calha do Rio Negro, que gera uma receita estimada de mais de R$ 80 milhões para o Estado, segundo a Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur).

“Desde o dia 1º de junho que o Estado do Amazonas está fazendo um trabalho de retomada das atividades econômicas, e nós estamos abrindo gradualmente. Hoje, nós damos mais um passo importante, que é a retomada das atividades turísticas, de forma responsável e seguindo todos os protocolos sanitários. Ontem, os primeiros turistas da pesca esportiva começaram a chegar, e aí a gente vai implementando gradualmente uma série de outras ações”, afirmou o governador, ressaltando a importância da parceria com o Governo Federal.

O turismo foi um dos setores mais prejudicados em todo o mundo por conta da pandemia da Covid-19. Segundo a pesquisa “Ambiente de Negócios do Turismo no Amazonas”, realizada pela Amazonastur, 86,32% das empresas do mercado turístico do estado tiveram diminuição de faturamento em razão da pandemia e 86,32% registraram redução do número de clientes.

Diante disso, o Governo do Amazonas começa a adotar medidas para estimular a recuperação do segmento, em parceria com a Embratur e o trade local. Entre as ações estão o ordenamento do setor, apoio ao empresariado e investimentos em promoção do destino Amazonas. Segundo a presidente da Amazonastur, Roselene Medeiros, o estado recebe em média 600 mil turistas ao ano, mas tem potencial para avançar ainda mais no setor. “Nosso desafio enquanto Estado e nação é convencer as pessoas a visitarem o Amazonas, a viverem a experiência mágica de receber um abraço de fartura e de vida existentes aqui, colocando a atividade turística como uma das ferramentas do desenvolvimento econômico e social”, ressaltou Roselene.

Na cerimônia de lançamento do “Amazone-se”, também foi assinado um termo de cessão de imagens (vídeos e fotos) do Amazonas para promoção nacional e internacional pela Embratur.

Temporada de pesca

Com a abertura da Temporada de Pesca Esportiva da Calha do Rio Negro, que vai de outubro a fevereiro, a expectativa é que o segmento seja um dos principais impulsionadores do turismo neste momento de retomada no Amazonas.
O estado é o principal destino nacional para a pesca desportiva, atraindo brasileiros e estrangeiros que vêm atrás do “peacock bass”, o tucunaré, a grande estrela da atividade em áreas de rio.

Entrega de carta

Na solenidade, o governador Wilson Lima formalizou o pedido para que o Governo Federal mantenha diálogo com os Estados Unidos para retirada do Brasil do nível 4 de alerta aos norte-americanos em relação às viagens internacionais. Esse nível recomenda que o americanos evitem qualquer viagem ao exterior que não seja essencial.

Para acessar a cartilha disponibilizada pela AmazonasTur com detalhes do "Amazone-se", clique aqui.

*Com informações da Secretaria de Comunicação Social do Estado do Amazonas.

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Segundo o secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, William França, o objetivo é dar continuidade às ações que possibilitem a recuperação do turismo nacional.
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Foto: prefeitura Costa Rica-MS

Uma das principais demandas do setor turístico na retomada do turismo começa a ser efetivada. Após meses de trabalho e debates entre o Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) e o Ministério do Turismo (MTur), os estados já podem enviar ofício com a manifestação de interesse em receber os recursos financeiros para ações de fomento do setor na retomada do turismo. O prazo para envio é até a próxima sexta-feira, 25/09.

Segundo Bruno Wendling, presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS) e presidente do Fornatur, o trabalho de articulação junto ao Ministério do Turismo (MTur) é uma vitória para o Fórum. “Estamos trabalhando desde o início da pandemia no pedido de descentralização de recursos financeiros aos estados, para que eles pudessem realizar ações importantes de promoção e apoio à comercialização. Tem Estado que está com 100% dos seus recursos contingenciados e somos gratos ao MTur por ter essa sensibilidade, especialmente nesse momento tão difícil que estamos passando. A liberação desses recursos financeiros mostra a força que o Fornatur tem hoje como colegiado de representação. Estamos cumprindo nosso papel de influenciar as políticas públicas para o setor no Brasil e também de ser uma das principais entidades de liderança do turismo no país”, ressalta.

O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, William França Cordeiro, disse que o objetivo é dar continuidade às ações que possibilitem a efetiva recuperação do turismo nacional. “O Ministério do Turismo tem desenvolvido ações dentro de uma estratégia maior, que estamos chamando de “Plano de Retomada”, para tentar amenizar as dificuldades de vários segmentos. Recebemos um pleito do Fornatur no início da pandemia e agora chegou a hora de ajudarmos os estados nessa retomada".

William França declarou que o repasse de 500 mil reais para cada um dos 27 entes da Federação faz parte dessa estratégia maior. "Cada Estado vai ter essa verba, destinada à promoção e divulgação dos seus destinos, para usar da forma que melhor compreender, melhor se adequar às realidades locais. A orientação do MTur é que, preferencialmente, se deem nos destinos que fazem parte do nosso programa ‘Investe Turismo’, que ressalta 30 rotas turísticas e que abrange 158 municípios em todo o país e que, se possível, atenda às questões ligadas ao turismo responsável como padrões de biossegurança, para que o turista se sinta mais seguro e possa ter confiança nesse retorno. Nós orientamos assim, mas não é obrigatório pois cada localidade tem uma realidade distinta e vai buscar o que é melhor para si”.

Sobre a parceria do MTur com o Fornatur, o secretário explica que ela não se dá apenas nas discussões das políticas de fomento, mas também nas discussões gerais. “Há um compartilhamento de responsabilidades e o Fornatur tem sido muito feliz em pontuar para o MTur as dificuldades, apontar soluções ou oferecer sugestões para os vários problemas do setor no país. E o MTur, dentro de suas limitações ou responsabilidades, vem tentando atender às demandas. Cito como exemplo o Selo do Turismo Responsável, que foi feito em colaboração com as entidades representativas do setor e validada pelo Fornatur. Então essa parceria vem sendo bastante profícua e será contínua”.

Repasse

A verba já está disponível e o repasse se dará após a celebração de convênio, conforme a legislação vigente. Segundo o MTur, por conta do período de defeso eleitoral é importante que todo o processo de celebração do contrato seja concluído até o final do mês de novembro, para que o repasse dos recursos possa se dar imediatamente após o período eleitoral e, assim, tornar possível a sua utilização o mais breve possível, dentro da proposta de retomada.

As propostas poderão ser de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) por Estado e devem estar calcadas em campanhas promocionais e publicitárias e/ou criação e produção de materiais promocionais; entretanto, a pasta estará aberta a outras solicitações além dessas.

O Ministério do Turismo orienta que as propostas tenham correlação com as rotas turísticas estratégicas elencadas no Programa Investe Turismo, portanto ficarão abertos às demandas específicas dos estados.

Fonte: Fundtur MS

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Intitulada “Somos Essenciais”, a campanha da Febrac teve início no dia 21 de setembro e deve seguir até o final de outubro.
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Freepik

Consciente da relevância do trabalho dos empregados das empresas de serviços especializados durante a pandemia da Covid-19, a Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) lança, em setembro, campanha para valorizar a atuação dos mais de 1,8 milhão de trabalhadores e das 42,5 mil empresas do setor.

A exemplo do pessoal das áreas da saúde, da segurança pública, dos transportes e dos segmentos fundamentais do comércio, como supermercados e farmácias, que continuaram trabalhando para que nada faltasse à sociedade, os serviços especializados também são essenciais para o Brasil.

As empresas do setor fornecem mão de obra treinada e reúnem profissionais como enfermeiros, maqueiros, motoristas de ambulância, pessoal de limpeza, porteiros, recepcionistas, vigias, entre outros. Ao todo, são 27 segmentos representados pela Febrac.

“Os empregados das empresas de serviços especializados têm desempenhado um papel de importância social, na medida em que o seu trabalho tem sido essencial para que várias outras áreas importantes para a sociedade, como a da saúde por exemplo, possam funcionar com toda segurança e sem comprometer o atendimento dos usuários. Ou seja, estão garantindo as condições necessárias ao funcionamento de outros setores e oferecem consultoria e diagnóstico do perfil das empresas para a sugestão de planos de higienização, produtos e equipamentos ideais para cada empreendimento”, afirma o presidente da Febrac, Renato Fortuna Campos.

Com o slogan “Empresas de serviços especializados – Essenciais para ajudar a reerguer o país e combater a pandemia”, a campanha intitulada “Somos Essenciais” teve início no dia 21 de setembro e deve seguir até o final de outubro.

Novos Protocolos

Para que as empresas do setor possam manter espaços públicos e particulares higienizados de forma segura e conveniente, elas estão adotando protocolos ainda mais rigorosos do que os que vinham utilizando. “O nosso objetivo é garantir a total segurança de clientes e trabalhadores”, explica o presidente.

Segundo ele, a pandemia acabou reforçando algumas diretrizes que já vinham sendo adotadas pelo setor, como a utilização crescente de tecnologia nas atividades de higienização e a capacitação constante dos empregados das empresas.

A Covid-19 e a necessidade de tornar os espaços de diferentes tipos e ocupação seguros e adequados a essa nova realidade evidenciaram a importância do setor de serviços especializados.

A expectativa é de que, nos próximos meses, haja um aumento nos investimentos voltados ao aperfeiçoamento dos trabalhadores e ao uso de tecnologia, que no ano de 2012 foram de R$ 110 milhões em treinamento.

Para atender às novas demandas também é esperado uma elevação nas contratações do setor, que é um dos que mais emprega no Brasil e é também um grande arrecadador de impostos.

“Como aconteceu com vários segmentos econômicos, o nosso setor foi bastante impactado pela pandemia, mas seguimos o nosso compromisso de mantermos nossas empresas firmes para ajudar o Brasil a sair desta crise, mantendo os milhares de empregos que geramos e garantindo o funcionamento de locais essenciais para a população”, finaliza Renato.

Febrac

Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC); e nos Conselhos Nacionais do Sesc e do Senac.

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O objetivo é estreitar a relação entre a Fecomércio-RS e o Escritório Consular do Japão em Porto Alegre estabelecendo parceria para trocas comerciais e investimento no Estado.
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Fecomércio-RS

Na manhã desta terça-feira, 22/09, o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e o vice-presidente da Fecomércio-RS, Levino Crestani, participaram de uma reunião com o cônsul do Japão no Estado, Takashi Yokoyama. O encontro teve como objetivo estreitar a relação entre a entidade representativa do comércio de bens, serviços e turismo no Rio Grande do Sul e o Escritório Consular do Japão em Porto Alegre.

Durante a reunião, o presidente da Fecomércio-RS explanou sobre o papel da Federação na representação das empresas, responsáveis por aproximadamente 1,5 milhão de empregos formais no Estado. Além disso, destacou o setor do Turismo e a região das Missões, ainda pouco conhecida fora do Brasil, mas com uma rica história e grande potencial turístico.

“O Rio Grande do Sul é um estado importante, com uma forte produção agrícola e relevo diferenciado. Tem uma economia forte e um PIB elevado e pode explorar o turismo receptivo, especialmente em regiões ainda pouco conhecidas como a das Missões”, salientou o presidente.

O cônsul do Japão, que chegou ao Estado neste segundo semestre, expôs que ainda está visitando diversos lugares no Rio Grande do Sul e conhecendo autoridades locais, como os prefeitos, com o intuito de aprender e estreitar a relação. “É importante para o Japão ter uma relação com os membros da Fecomércio-RS, especialmente neste momento em que as empresas estão sofrendo com a pandemia, pois haverá um momento pós-pandemia em que será necessário pensar em alternativas para fortalecer a economia e as empresas”, afirmou. 

Ao final do encontro, o presidente da Fecomércio-RS ainda destacou a realização de um próximo encontro, para o estabelecimento de parcerias efetivas, convidando-o para conhecer a Federação. “Vamos estreitar as relações econômicas entre o Japão e o Rio Grande do Sul, assim como entre ambos os povos” concluiu o presidente.

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O governo apresentou sua proposta de Reforma Administrativa no início deste mês
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Crédito
O Globo

23/09/2020

A reforma administrativa, uma das iniciativas em tramitação no Congresso Nacional que tem o incentivo do setor produtivo, será o tema do debate da próxima edição do E agora, Brasil?, a ser realizada nesta quinta-feira (24). Em sua terceira edição este ano e realizado on-line, o evento é promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico, com apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O governo apresentou sua proposta de reforma administrativa no início deste mês. Dividida em fases, ela parte de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para modernizar a administração pública.

O E Agora, Brasil? terá a participação de três especialistas: Ana Carla Abrão, head da Oliver Wyman no Brasil e sócia nas práticas de Finanças & Risco e Políticas Públicas; Paulo Uebel, ex-secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia; e Daniel Duque, economista, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) e head de inteligência técnica no CLP – Liderança Pública. Além deles, estará no debate o senador Antonio Anastasia (PSD-MG), que integra a Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa.

Os mediadores serão os jornalistas Cristiano Romero, editor executivo e colunista do Valor Econômico, e Merval Pereira, colunista de O Globo. A  transmissão ao vivo, começa às 10h, no YouTube, Facebook e LinkedIn dos dois jornais.

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A proposta é conscientizar sobre a importância da prática regular de atividades físicas para a saúde e o bem-estar.
Crédito
Sesc-AL

Há anos, o Sesc Alagoas participa da Semana Latino-Americana de Esporte e Atividade Física (Semana MOVE) com foco em conscientizar sobre a importância da prática de atividade física regular.

Este ano, o Sesc promoverá lives de dança, com os professores Dell Vasconcelos e Thiago Galvão, nos dias 22 e 24/09, às 18h @sescalagoas. No dia 25.09, às 18h, acontecerá a live de ginástica, com os professores Dell e Diego Piccoli.

Semana MOVE Brasil

A Semana MOVE Brasil conta com o apoio de organizações, escolas, clubes ou pessoas que podem proporcionar atividades físicas em suas comunidades. Em 2020, a iniciativa começou no último dia 19 e se estenderá até o dia 27/09.

O Sesc-AL alerta para os benefícios da prática de exercícios físicos são comprovados cientificamente. A rotina de trabalho, estudo, atividades domésticas é acelerada para muitas pessoas. Mesmo assim, é importante reservar um horário para academia, caminhada, corrida, pedalada, entre outras possibilidades, em nome da saúde, com o propósito de prevenir doenças e pelo bem-estar.