Governo do Amazonas prorroga decreto com restrições visando à prevenção da covid-19

AddToAny buttons

Compartilhe
05 A 06 out 20
Ex: 8h00 às 18h00
Botão - Tenho Interesse
Esse preenchimento não garante sua
inscrição. É apenas para fins de comunicação,
envio de novidades e informações sobre o
evento.
Com a decisão, ficam suspensos, por mais 30 dias, o acesso às áreas de praias para recreação
Com a decisão, ficam suspensos, por mais 30 dias, o acesso às áreas de praias para recreação
Crédito
Fecomércio-AM

O governador Wilson Lima e membros do Comitê de Enfrentamento da Covid-19 se reuniram, em 27 de outubro, com representantes dos poderes e da sociedade civil para anunciar a prorrogação do Decreto nº 42.794/2020. Com a decisão, ficam suspensos, por mais 30 dias, o acesso às áreas de praias para recreação e o funcionamento de balneários, flutuantes e bares. A medida foi tomada após avaliação dos dados epidemiológicos da doença no Estado, apresentados pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM).

De acordo com a fundação, a média móvel de casos de covid-19 evoluiu 23% no Amazonas, nos últimos 14 dias. Em Manaus, a alta de casos no período foi de 55%. As hospitalizações em decorrência da doença e os óbitos também têm apresentado tendência de aumento.

O governador explicou que a avaliação das autoridades de saúde leva em consideração o aumento de aglomerações em função de eventos eleitorais e a antecipação do período sazonal de ocorrência de Síndromes Respiratórias Agudas (SRAGs) no Amazonas, com o início precoce do período chuvoso.

O presidente em exercício da Fecomércio-AM, Aderson Frota, participou do encontro e ressaltou que os representantes da atividade comercial estão solidários e gratos pela sensibilidade demonstrada pelo Executivo estadual. “Nós do setor comercial estamos irmanados, desde o primeiro momento, em todos os protocolos emanados da Anvisa, da Secretaria de Saúde, e chancelados pelo governador do Estado. Nos estabelecimentos comerciais, foram adotados todos os procedimentos de segurança”, enfatizou.

Frota destacou ainda que o grande impacto econômico da covid-19 é a “pandemia do desemprego”. “As pessoas que perdem o emprego e renda perdem um pouco a dignidade. Aí ocorrem exacerbações, que muitas vezes culminam na violência e na criminalidade. Precisamos avaliar esse contexto e estamos aqui para propor e encontrar soluções”, observou.