Presidente Tadros incentiva empresários a se unirem por melhor ambiente de negócios

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Presidente Tadros na reunião da CBCC: momento de boas perspectivas para o Brasil
Presidente Tadros na reunião da CBCC: momento de boas perspectivas para o Brasil
Crédito
Paulo Negreiros

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, estimulou os empresários a se manterem unidos, interagindo entre si, e trabalhando para que haja no Brasil um ambiente de negócios favorável. Ao falar hoje (2/7) na reunião de instalação da Câmara Brasileira do Comércio de Combustíveis (CBCC) da entidade, o dirigente acrescentou que o momento é de olhar o futuro com altivez “e nós, empresários, como agentes criadores do desenvolvimento e geradores de empregos, temos que estar à frente”.

Segundo ele, há boas perspectivas para o Brasil porque o novo governo sinaliza com a possibilidade de entrar no sistema capitalista em caráter definitivo. “Ao longo dos anos, sempre se mencionou que éramos um País capitalista. Isso não é verdade. Sempre tivemos um capitalismo envergonhado, em que lucro era pecado mortal, o empresário era um egoísta e os trabalhadores eram coitados.”

Enfático, Tadros disse que “é inadmissível um capitalismo sem lucro. É um conflito de compreensão ou má fé. Temos, pois, de aproveitar esse momento em que se sinaliza para o sistema capitalista”, acrescentou.

Nós, empresários, como agentes criadores do desenvolvimento e geradores de empregos, temos que estar à frente”

Ele considerou importante lembrar que os governos, até aqui, capturam o lucro das empresas e não permitem que os empreendedores tenham recursos suficientes para remunerar bem os trabalhadores, investir na ampliação dos seus negócios – gerando novos empregos – e, em consequência, oferecer melhores salários.

“Temos pago mais impostos para o governo resgatar uma dívida histórica em áreas como saneamento básico, transporte, educação, etc. Mas, como prática habitual de nossos governos, usa-se o sofisma de transferir a responsabilidade para os empresários.”

O presidente da CNC concluiu afirmando que o governo não cria desenvolvimento nem emprego, “principalmente hoje, que não tem sequer margem financeira para investir. O que sobra do orçamento da União são meros 2%, que não são suficientes para atender um País com dimensões continentais como o Brasil. Temos que trabalhar voltados para levar ao governo propostas eficientes, capazes de nos permitir acordar esse gigante que é o Brasil.”